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terça-feira, 2 de abril de 2013

Livro 'Um ônibus pra lua' incentiva leitura


Pensando na importância da leitura na infância como formação de hábito e abertura para a criatividade, a Sá Editora coloca no mercado o livro infantil 'Um ônibus pra lua', de Eliana Sá, com ilustrações de Nireuda Longobardi.

'Um ônibus pra lua', como diz o título, é um convite para soltar a imaginação da criança numa viagem ao espaço das brincadeiras com as palavras – reforçadas pela rima, pelo som e pelo ritmo – e pelas belas ilustrações coloridas que atraem o jovem leitor.

O livro é indicado para a faixa de 6 a 10 anos, pois trata de temas relacionados a essa época da vida, como a troca de dentição, em 'A fada do dente', o medo de escuro, em 'Fantasma’ e a ansiedade pelo aniversário, em 'No país do meu aniversário'.

“A leitura, feita pelos pais, à noite, no aconchego do quarto, traz um universo de magia para a criança, que a faz inesquecível”, lembra Eliana Sá, que iniciou a carreira jornalística trabalhando como editora da revista 'Recreio', quando Ruth Rocha era a diretora de redação.

 “Quando os pais leem em casa, reforçando a leitura feita na escola, a criança se torna um ser-leitor e esse é um dos nossos objetivos". Leia mais aqui.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Ufba lança livro sobre teatro educação

A Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba) e a Faculdade de Educação da Ufba (Faced) lançam, na próxima sexta-feira (2), o livro Teatro Educação: uma experiência com jovens cegos, de autoria do professor, ator e pesquisador Roberto Sanches Rabêllo.

O evento, aberto ao público em geral, acontece no Auditório I da Faced a partir das 17h. A obra relata a experiência do autor com o Grupo de Teatro Renascer do Instituto de Cegos da Bahia (ICB), destacando-se como importante contribuição para esta área do conhecimento, ao relacionar a cegueira e o teatro educação.

Segundo informações da Ufba, o autor apresenta e desenvolve na publicação o conceito de teatro educação, articulando teoria e prática. De acordo com a mesma fonte, ele defende que os problemas enfrentados pelos deficientes visuais - dentro dos sistemas educacionais e da sociedade - podem ser superados ou minimizados por meio do teatro como fator de transformação. Leia mais aqui. (Imagem: Edufba)

domingo, 12 de dezembro de 2010

Editora da Ufba promove lançamento coletivo

A homenagem a Santa Bárbara é abordada em uma das publicações
A Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba) promove, nesta segunda-feira (13), a partir das 17h30, mais um lançamento coletivo. O evento acontece na Reitoria da Ufba, espaço de importantes acontecimentos, contemplando todos os cursos da Universidade. A entrada é gratuita e todas as publicações estão com preços abaixo do valor de comercialização.

O evento tem por finalidade integrar as diversas áreas, gerando um intercâmbio de experiências que já se mostra tradicional na rotina de eventos da comunidade acadêmica. Um espaço para novas parcerias, além de boa oportunidade de se atualizar em relação ao que é produzido pela universidade. (Foto: Alberto Coutinho/Agecom).

RELAÇÃO DOS TÍTULOS

Tempo de Festas: homenagens a Santa Bárbara, Nossa Senhora da Conceição e Sant’Ana em Salvador (1860-1940), de Edilece Souza Couto;
Catálogo da fauna terrestre de importância médica da Bahia, de Tania Kobler Brazil (org.);
Cuidado com o vão: repercussões do homicídio entre jovens de periferia, de José Eduardo Ferreira Santos;
Educação, multiculturalismo e diversidade, de Lívia Fialho Costa e Marcos Luciano L. Messeder (org.);
Introdução às perspectivas interculturais em educação, de Abdeljalil Akkari;
Manual do DSpace: administração de repositórios, de Milton Shintaku e Rodrigo Meirelles;
Radiodifusão e telecomunicações: o paradoxo da desvinculação normativa no Brasil, de Chalini Torquato G. Barros;
Repositórios institucionais: democratizando o acesso ao conhecimento, de Maria João Gomes e Flávia Rosa (org.);
Tecendo histórias: espaço, política e identidade, de Antônio L. Negro, Evergton S. Souza e Lígia Bellini (org.);
A religiosidade na obra de Herberto Sales, de Andréa Beatriz Hack de Góes.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Aluno relata em livro mudança que educação trouxe a sua vida

Do Portal MEC, matéria de Ana Júlia Silva de Souza:

“Hoje eu tenho um norte na vida. Ficou para trás aquele menino que foi gerado numa cela de penitenciária, que foi criado sem pai nem mãe, que parecia não ter futuro. Também ficou para trás aquele cara cheio de dúvidas, de incertezas. Elas já não existem mais. Os estudos me ajudaram muito. Percebo mudanças em mim e creio que essas mudanças são visíveis por todos que me conhecem.”

Este é um trecho do epílogo do livro Proeja – O aluno, de Sidney Dias de Oliveira, 36 anos. Na publicação, ele descreve como um curso do Programa de integração profissional técnica de nível médio na modalidade de jovens e adultos (Proeja) modificou completamente a sua vida.

Sidney faz o curso na área de eletrônica no campus Florianópolis, do Instituto Federal de Santa Catarina. Nos primeiros semestres, ele foi aluno da professora de português Esterzinha Pereira Gevaerd, que o apoiou no seu projeto de escrever o livro, lançado este ano dentro das comemorações do centenário do Instituto.

No livro, Sidney conta a sua sofrida trajetória de vida. Ele foi concebido numa cela de penitenciária, numa das visitas íntimas a que seu pai tinha direito. A mãe morreu prematuramente, quando ele tinha 2 anos de idade.

“Sinto-me como uma pedra bruta, que durante esses três semestres foi lapidada pelas mãos de mestres, doutores da arte do saber. Sinto-me como ouro bruto que, ao ser jogado ao fogo, purifica-se, queima todas as impurezas e sai jóia rara. Todos percebem a diferença antes e depois do IFSC”, conclui Sidney, que trabalha como autônomo em cinco empresas da capital catarinense.

Esterzinha vê no fato de um curso do Proeja ter transformado a vida de um aluno o reconhecimento do trabalho desenvolvido desde 2006. “São fatos como esse que nos impulsionam a continuar lutando por essa modalidade de educação: jovens e adultos afastados do processo educacional ou com escolarização incompleta, marginalizados social e economicamente”, disse Esterzinha.

“Quando transformamos a vida das pessoas pela educação ficamos cada vez mais convencidos de que estamos fazendo a coisa certa”, resumiu Maria Cláudia de Almeida Castro, coordenadora de pós-graduação do Instituto. (Foto: Regis Capibaribe)