segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Estou grávido, e agora?

Gostei tanto do texto 'Estou grávido, e agora?', assinado por Alberto Souza, que resolvi transcrever para o blog 'Boa Escrita'. Desenvolvedor e instrutor pela empresa Caelum, ele e Larissa são pais de Betinho, uma criança linda, alegre, curiosa e muito esperta. 

Beto (o pai) narra de forma leve, concisa e com palavras simples sua vivência desde quando soube que o casal estava grávido, em setembro de 2015. Betinho, meu sobrinho-neto, nasceu no dia 9 de maio de 2016. Ele completa nove meses na quinta-feira (9) e já tem muita história para ser contada. O texto está publicado no blog Contos de um pai - Experiências do pai de Betinho.

'Estou grávido, e agora?'

Finalmente você e sua parceira(o) engravidaram, então o que era um sonho distante continua um pouco distante, mas só nove meses agora :). Esse é o último período que você tem para refletir sobre sua vida sem ter alguém que necessita de você 24 horas por dia durante um tempo indeterminado.

Quando Larissa (esposa) engravidou, para mim foi como um sonho que começou a virar realidade. Eu sempre quis ter um filho, na verdade queria ter alguns, mas ela barrou meu sonho em no máximo dois. Não posso reclamar, ela sempre foi a ponta madura do relacionamento. Agora que a primeira fase do sonho tinha virado realidade, eu tinha nove meses para me preparar profissionalmente para ser pai.

Quando falo que precisei me preparar profissionalmente, quero dizer ler livros, assistir documentários, procurar por estudos sobre bebês e tudo mais. Essa sempre foi uma característica minha, nunca quis fazer nada na base do “bumba meu boi”. Apesar que boa parte do mundo sempre me falava que na hora que Betinho chegasse, tudo ia se resolver. “Ser pai ou mãe é uma coisa que flui normalmente, não precisa de estudo…”

Posso dizer que para mim, tentar ficar preparado funcionou muito bem. Acho que li uns seis livros sobre o assunto e, entre as várias dicas, as que funcionaram muito bem para mim foram: seja empático, paciente e honesto. Não vai ter jeito, seu filho(a) vai chorar, e vai chorar pelos mais diversos motivos. Ele(a) também vai ficar algumas vezes sem querer comer direito, sem querer dormir e tudo mais. Tudo isso, em escalas diferentes para cada família, é verdade.

Para mim ajudou muito ficar pensando sobre isso durante os nove meses :). Pensei que quando ele chegasse eu precisaria abdicar de parte do meu tempo livre, mudar minha rotina de trabalho, sair menos com os amigos, gostar de outras atividades e tudo mais. Também teve a parte de entender que muita gente ia querer ajudar, os avós principalmente. Imagina você deixar para pensar nisso só quando a criança nascer? Não ia funcionar para mim não.

Meu resumo da ópera é: se está esperando um filho, tente se preparar profissional e mentalmente. Na hora que ele(a) chegar, vai ser tanta emoção que não vai sobrar tanto tempo para essa adaptação. Nasceu, você já precisa estar pelo menos um pouco adaptado. E só lembrando, essa foi a minha experiência :). Caso você tenha chegado aqui no final, deixa seu comentário. Para fechar, meu objetivo é escrever com frequência, Betinho já tem nove meses e muita coisa foi aprendida".

domingo, 20 de outubro de 2013

Festa literária internacional movimenta Cachoeira


A terceira edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) movimenta esta cidade histórica baiana entre os próximos dias 23 e 27 (quarta-feira a domingo). O evento aberto ao público terá atrações musicais, praça de alimentação e, pela primeira vez, programação especial dedicada às crianças, a Fliquinha.

Autores internacionais  - Kiera Cass, Sylvia Day e Jean-ClaudeKaufmann, entre outros - e do Brasil, como Laurentino Gomes, Fabrício Carpinejar e Leticia Wierchowski, participam do evento que tem patrocínio da Oi e Coelba, por meio do programa Fazcultura, desenvolvido pelas secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz) e de Cultura (Secult).
 
A Fliquinha vai reunir nomes como Antonio Cedraz, Ciça Fittipaldi, Cristina D’Ávila, Enéas Guerra, Gilberto Pinto, Mabel Velloso e Nairzinha. Contação de histórias e oficinas são algumas das atividades voltadas para o público infantil. Mais informações sobre a Flica estão disponíveis aqui. (Foto de João Ramos)

terça-feira, 2 de abril de 2013

Livro 'Um ônibus pra lua' incentiva leitura


Pensando na importância da leitura na infância como formação de hábito e abertura para a criatividade, a Sá Editora coloca no mercado o livro infantil 'Um ônibus pra lua', de Eliana Sá, com ilustrações de Nireuda Longobardi.

'Um ônibus pra lua', como diz o título, é um convite para soltar a imaginação da criança numa viagem ao espaço das brincadeiras com as palavras – reforçadas pela rima, pelo som e pelo ritmo – e pelas belas ilustrações coloridas que atraem o jovem leitor.

O livro é indicado para a faixa de 6 a 10 anos, pois trata de temas relacionados a essa época da vida, como a troca de dentição, em 'A fada do dente', o medo de escuro, em 'Fantasma’ e a ansiedade pelo aniversário, em 'No país do meu aniversário'.

“A leitura, feita pelos pais, à noite, no aconchego do quarto, traz um universo de magia para a criança, que a faz inesquecível”, lembra Eliana Sá, que iniciou a carreira jornalística trabalhando como editora da revista 'Recreio', quando Ruth Rocha era a diretora de redação.

 “Quando os pais leem em casa, reforçando a leitura feita na escola, a criança se torna um ser-leitor e esse é um dos nossos objetivos". Leia mais aqui.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Quando devo escrever 'agente' ou 'a gente'?


Eta idioma que nos faz cair em 'pegadinhas' quando a gente decide produzir um texto! Na fala, muitas vezes, a escorregadela é imperceptível, porém a escrita requer alguns cuidados. Daí a importância de revisar direitinho antes de tornar público o que se escreveu. 

Exemplo: 'agente' e 'a gente'. Na forma oral, tudo parece  igual porque a sonoridade é a mesma . Basta fazer sentido o que foi dito para que o recpetor da mensagem compreenda a intenção do emissor. Já, na escrita, não é tão simples assim.

'Agente', com o 'A' juntinho da expressão 'gente', é um substantivo que leva à ideia de ação. E os exemplos são muitos: agente de saúde, agente de limpeza, agente jurídico, agente sanitarista. Quando o 'A' aparece separado do termo 'gente', o significado é outro. Passa a ter função do pronome da primeira pessoa do plural 'nós'.

Quando é utlizada a expressão 'a gente', toda atenção é pouca em relação à concordância na hora de formular uma frase. Dizemos 'a gente vai para a escola', 'a gente gosta de esporte'. Portanto, nada de 'a gente vamos...' ou 'a gente gostamos...'

Nesta era das redes sociais em que se escreve às pressas, nem sempre os internautas ficam atentos à grafia das palavras e caem em pegadinhas como essa.  Porém é muito importante a leitura atenta antes da publicação das postagens. (Imagem - Escrevemos.com)