domingo, 24 de outubro de 2010

Mar sem fim

 
 Procuro,
não acho.
O que?
Não sei...
 Acontece,
de vez em
quando
acontece...
Fico assim,
como um 
mar sem fim.
Apenas
mergulho.
Acontece, 
de vez em
quando
acontece...
Viagem sem
saber traçar
roteiro. 
Sem consultar
a bússola,
que se 
movimenta 
em mim.
 Acontece,
de vez em
quando
acontece...
 Olhos fecham
sem dormir.
Mergulho
neste mar
sem fim.

Autorizada reprodução da poesia e foto com
link do blog e citação do nome da editora.


2 comentários:

  1. Maravilha, Graça. Adorei o poema.
    Abraço.

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  2. Domingo parece dia de mar sem fim. Tempo de ignorar bússolas e mergulhar...

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